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Arquivo de outubro, 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013 Sem categoria | 15:30

Que contribuição você está dando?

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Não li o livro do Adam Grant. Mas adorei a capa.

Não li o livro do Adam Grant. Mas adorei a capa.

Com licença.

Bom dia.

Inauguro hoje essa coluna no iG.

Agradeço ao André, ao Rodrigo e a todo o time que se envolveu com a construção dessa página.

A ideia é nos encontrarmos aqui semanalmente para batermos um papo sobre carreira, vida executiva, mundo corporativo, trabalho e realização profissional.

Espero que você goste, que você siga e que essa leitura lhe seja útil e divertida.

Gostaria de começar dizendo que tem gente que me inspira. Que me enche de boas energias. Que me contagia com seu otimismo, com sua leveza, com sua simpatia.

São pessoas que eu sigo. Que eu observo. Com quem aprendo.

Pessoas de quem eu gosto de estar perto. Que me ensinam ao fazerem o que fazem, ao tomarem uma decisão difícil, ao protagonizarem uma apresentação, ao responderem a uma inquisição dura, ao conduzirem uma negociação, ao darem um feedback espinhoso a um subordinado – ou a um chefe.

Tudo isso é bom. Me faz crescer.

Mas eis o ponto com o qual me deparei esses dias: e eu, o que estou oferecendo a essas pessoas, a outras pessoas, ao mundo que me cerca?

Será que eu também inspiro – ou só aporto velharias e chatices à mesa?

Será que também derramo boas energias em quem me cerca – ou só retiro as melhores vibrações do ambiente, sem dar nada em troca, ou, pior, deixando no lugar uma nuvem negra tisnada com meus medos e preocupações?

Será que jogo as pessoas para cima – ou apenas jogo o peso das minhas horas de pessimismo, e dos meus dias de fadiga existencial, sobre elas?

Será que eu contribuo com o crescimento de alguém – ou sou só um arrivista interessado em polir meu próprio umbigo, sem nenhum interesse em oferecer reciprocidade e compensação aos demais?

Esse questionamento vale para mim. E vale para você também.

Sempre que outra pessoa lhe fizer feliz, não esqueça de se perguntar se você está fazendo aquela pessoa feliz também.

Sempre que você se sentir bem, contente, acolhido em um determinado ambiente, não esqueça de se perguntar que contribuição está dando para que aquele ambiente continue assim.

Não há mal algum em obter alegria no mundo, em tirar dele toda a satisfação possível. Desde que você dê em troca.

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